Novidade reforça posicionamento de inovação do BB e o torna o único grande banco brasileiro presente na região 
 
O BB acaba de consolidar o Laboratório Avançado Banco do Brasil (LABB) no Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, região que concentra milhares de empresas de tecnologia, com o objetivo de gerar inovações. Percebendo a existência desse ambiente cultural diferenciado, no qual muitas das principais empresas digitais do mundo foram gestadas e onde surgem startups a todo momento, o LABB surge para reforçar o posicionamento de inovação do BB, para assimilar e disseminar a cultura digital, identificar oportunidades para o Banco, descobrir startups em seu estágio inicial de operação, além de prospectar soluções em desenvolvimento por fintechs lá baseadas.
 
“O LABB faz parte de um projeto de intraempreendedorismo do BB e tem o objetivo, ainda, de fazer a incubação avançada de projetos internos de caráter estratégico para o Banco, além de constituir-se em um meio para que funcionários do Banco do Brasil possam vivenciar o dia a dia do Vale, interagir com empreendedores e empresas já estabelecidas e, no seu retorno ao Brasil, disseminar em suas equipes a cultura digital e o modelo de sucesso daquela região.”, explica Marco Mastroeni, diretor de negócios digitais do BB. 
 
Em funcionamento desde junho deste ano, o LABB fica dentro da Plug And Play, uma das aceleradoras mais conhecidas do mundo, dividindo espaço com diversas startups, de diferentes países, proporcionando aos funcionários a oportunidade de viver uma espécie de imersão cultural. Também como parte desse movimento, o BB se tornou parceiro no ecossistema de fintechs dessa aceleradora.
 
Atualmente, a estrutura é gerenciada por um Executivo de negócios digitais, Vilmar Grüttner, e está na segunda turma do Estágio em Negócios Digitais. As turmas são compostas por até cinco funcionários do BB, do Brasil, que ficam por até três meses no LABB, para desenvolver projetos como se fossem uma startup. Grüttner esclarece que os projetos vêm, principalmente, de um programa chamado “Pensa BB”, que estimula os funcionários a criarem soluções inovadoras para o Banco.
O modelo proposto para o desenvolvimento do intraempreendedorismo no Banco é composto por quatro etapas: Pensa – Trilha de Negócios Digitais, pré-incubação (denominada Garagem BB), incubação e aceleração. A Trilha de Negócios Digitais se materializa no Action BB, evento em que são reunidos perfis profissionais específicos para formação de times, como analistas de negócios, designers, desenvolvedores e cientistas de dados para a identificação e construção colaborativa de soluções, para as ideias selecionadas no Pensa.
 
O Banco do Brasil tem ainda um programa de inovação voltado para a área de atacado e também organizou, no ano passado, um hackathon (maratona de programação) de tecnologia entre os funcionários. Dessas iniciativas, surgem ideias que, após processo de seleção, vão para fase de pré-incubação, em que é desenvolvido modelo de negócio, com definição de proposta de valor, a partir de design thinking e outras técnicas correlatas. Já na fase de incubação, que dura três meses, é criado o MVP (minimum viable product), que consiste em uma versão do produto com um conjunto mínimo de características para que possa ser submetido a testes. Após a incubação, o projeto é apresentado a uma banca avaliadora e pode ir para a aceleração, que objetiva a construção para o lançamento da solução em questão.  
Nesse momento, um projeto está em fase de incubação, no Vale do Silício, e outro está em aceleração e deve ser lançado aos clientes, no próximo ano. A fase de aceleração tem duração máxima de 12 meses e objetiva a construção de tudo o que for necessário para o lançamento. Durante essa etapa, a área patrocinadora (diretoria ou Unidade do BB) analisa o andamento e o potencial negocial, periodicamente, alinhando-os com a estratégia do Banco.  
Em 2017, a previsão é de que mais 16 ideias sejam incubadas, sendo quatro no Vale do Silício e as demais no Brasil. “Estão em estudo novos locais no Brasil, para novas incubadoras e aceleradoras. Inclusive, parcerias com universidades estão em negociação”, adianta Mastroeni. equipe-fora 

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